"A 'direita' neofascista imita as táticas da esquerda identitária, mina os valores conservadores tradicionais e serve aos interesses dos adversários do ocidente. Essa 'direita' neofascista é composta por indivíduos que alegam ter valores conservadores — família, Pátria, religião — mas adotam as ferramentas e pressupostos da esquerda para obter poder. Essas táticas incluem humilhação pública, política identitária, comportamento de massa e revisionismo histórico, enraizados na teoria crítica. São estratégias divisivas e manipuladoras para promover sua agenda, muitas vezes desconsiderando a verdade ou os princípios constitucionais. Assim consideram um suposto sistema oculto de poder que controla a sociedade, um conceito enraizado na teoria crítica marxista. A teoria crítica, formalizada por Max Horkheimer em 1937, critica as falhas da sociedade para desestabilizá-la, não para propor soluções, mas para fomentar ressentimento e sentimentos revolucionários. À esquerda, isso se manifesta em acusações de 'racismo sistêmico' ou 'cis-heteronormatividade'. À direita, alimenta narrativas como antissemitismo ou antiamericanismo, culpando grupos como judeus ou instituições como a OTAN."