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Por @leandroruschel: "A Imprensa Latino-Americana apoia ditaduras...(tal como) o Estadão quanto a Folha de S.Paulo — dois dos jornais mais influentes do Brasil, frequentemente descritos como 'centristas' ou 'progressistas'... Jornalistas de esquerda na América Latina se permitem fazer críticas leves e cosméticas aos regimes socialistas que antes ajudaram a romantizar. Mas no momento em que esses regimes enfrentam pressão externa genuína, a imprensa os cerca. Em nome da 'paz', eles legitimam a tirania. Em nome da 'democracia', eles apoiam ditadores... para um estado cada vez mais autoritário. Não é jornalismo — é uma simulação de jornalismo. Uma tradição leninista ainda viva. Como Lenin escreveu em O Que Fazer? (1902), um jornal deve ser o organizador coletivo do Partido. Décadas depois, Stalin transformou esse princípio em uma doutrina política, transformando a imprensa na linha de frente da máquina de poder do regime. Essa mesma mentalidade — imprensa como propaganda... permanece profundamente enraizada em grande parte da América Latina hoje. Os slogans mudaram, a ideologia, não."
Por @wokal_distance: ''para os esquerdistas , o objetivo é conquistar poder usando o que estiver à mão para isso. Então, quando lhes for vantajoso feminizar e atacar os homens, eles o farão, e quando lhes for vantajoso masculinizar e se tornarem caricaturalmente militantes e confrontacionais, eles o farão. Como se opõem ao Ocidente a todo momento, os 'combatentes' violentos e masculinos do Hamas são um modelo masculino aceitável na esquerda. As feministas não destroem os 'combatentes' do Hamas porque os veem como suficientemente 'contra-hegemônicos' (contra o domínio da civilização ocidental) a ponto de não os acusarem de promover o 'patriarcado'.''