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Por Leandro Ruschel: ''foi sob a condução do então presidente do Supremo, Dias Toffoli, que se consolidou — na prática — um ato institucional travestido de procedimento judicial: o chamado 'Inquérito das Fake News'. Sob o pretexto de 'proteger a Corte', instituiu-se a blindagem de ministros contra o escrutínio público e uma engrenagem permanente de intimidação política, ao arrepio do sistema acusatório — a ponto de a então procuradora-geral da República qualificá-lo como um 'tribunal de exceção'.A operação também contou com o apoio quase irrestrito da grande 'imprensa', que não apenas justificou o movimento como o normalizou dia após dia, funcionando — na prática — como correia de transmissão do sistema: ajudou a legitimar a escalada, a carimbar dissenso como 'ameaça' e a tratar opositores como criminosos. Se o Brasil ainda pretende retornar ao Estado de Direito, o caminho é inequívoco: encerrar o ato institucional travestido de inquérito , anular os atos persecutórios, restaurar as garantias constitucionais, libertar todos os presos políticos e assegurar um processo eleitoral genuinamente livre.Só assim o Brasil poderá voltar a ser, de fato, um país livre.''