A Ciência da Hidroxicloroquina


A busca de um culpado deixa a verdade escondida

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Toda comprovação científica precisa de dados coletado, certo? Toda comprovação científica precisa de amostragem certo? Sequencialmente vem a análise e conclusão.

Se essa é a forma de certificar que o uso de um determinado produto está cientificamente correto, então estão esperando o quê para concluírem que a hidroxicloroquina pode ser usada no combate ao COVID-19?

Não concluem porque, Infelizmente, jornalistas com intenções políticas; ministros do STF por se acharem deuses; prefeitos e governadores por ladroagem fazem questão de acentuar em suas falas e atitudes que um remédio, talvez por ter sido propagado pelo governo federal como eficaz, não pode ser utilizado contra o “corona”.

Porém, o que essas pessoas citadas esquecem é que o mundo não gira em torno das mesmas. Ou seja, o pobre é pobre por não ter dinheiro e não por falta de conhecimento. O pobre pode não ter dinheiro para comprar lagostas e vinhos caros, mas o pobre enxerga, escuta, analisa e guarda para si suas conclusões, esperando sempre a hora certa. E como sabe esperar. Afinal, faz parte da vida de quem é pobre esperar o momento certo.

Não pensem os seres que se acham os donos da razão que um simples sertanejo ou mesmo uma simples dona de casa não sabe o poder da hidroxicloroquina. Poder este que vai além da cura de um vírus. O poder desse remédio destrói possibilidades de enriquecimento ilícitos, destrói as vantagens laboratoriais na compra e venda de remédios caros; destrói egos; assim como destrói campanhas eleitorais regadas por mentiras e promessas de “se eleitos vão construir hospitais, escolas e levar água para todos”.

A não aceitação da hidroxicloroquina no tratamento do vírus foi um tiro no pé de quem torce pelo vírus. Aliás tem gente que torce tanto pelo vírus que chegou a fazer reportagem especial; colocou outdoors mostrando número de mortos; caminhão com “propaganda” contra a hidroxicloroquina e fomentando a desinformação que o Presidente da República é o culpado pela morte de 100.000 pessoas.

Ora, como culpar alguém que lhe foi tirado o direito de opinar sobre o que poderia ser feito para ajudar no tratamento? Não se pode culpar o Presidente da República, pois a ele e seus ministros a única “obrigação” que restou foi de repassar verbas para compras de respiradores, EPIs e até mesmo lanche para os profissionais de saúde e outros envolvidos.

Culpados são aqueles que tiraram a responsabilidade e direitos do Presidente da República; culpados são os governadores e prefeitos que utilizaram a pandemia como jogo político, na tentativa de enaltecer seus nomes e assim garantirem cargos futuros e indicações para o futuro pleito eleitoral.

Tentaram. Bem que tentaram culpar o Bolsonaro. Mas não deu certo, não é mesmo?

Sabe porque não deu certo? Porque quem bebeu a hidroxicloroquina e quem está bebendo está tendo resultados positivos. Não deu certo porque seguir a OMS (Organização Mundial da Saúde) foi virar chacota porque é uma organização mais perdida que agulha em palheiro. Não deu certo porque pessoas pobres sabem filmar, tem amor à família, sabem gritar, e foram as que mais mostraram que o vírus é uma doença como a dengue, HN1, zica, dentre outras.

Vocês não conhecem o poder do pobre. O pobre é pobre porque não tem dinheiro e não porque não tem inteligência.

Menosprezam a capacidade do pobre agir tanto quanto da hidroxicloroquina. Talvez pela mesma razão: ambos não são suficientemente abonados para entrarem na casa de quem se julga “supremo”.

A ciência da hidroxicloroquina é simples, funciona e é barata. Não é para qualquer um hipócrita. A cloroquina, como é conhecida pelos mais íntimos, só funciona para quem tem amor próprio, para quem ama o próximo, para quem ama a VIDA.

 

Claiton Appel

Jornalista

Diretor da Ordem dos Jornalistas do Brasil

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