Por Leandro Ruschel: "Desde 1917, a esquerda revolucionária identificou o Excepcionalismo Americano como obstáculo central ao seu projeto de hegemonia global. Os Estados Unidos eram a prova viva de que a moral cristã, a liberdade individual, o Estado limitado e o livre mercado superam qualquer experimento coletivista em prosperidade e garantia de direitos fundamentais.Os EUA não poderiam ser derrotados militarmente. Precisariam ser destruídos desde dentro, por meio de uma guerra cultural. Guerra de subversão cultural.
Antonio Gramsci teorizou que a conquista do poder não se dá apenas pela força, mas pela hegemonia cultural — o controle das instituições que produzem significado: academia, mídia e entretenimento. A Escola de Frankfurt exportou para a academia americana a Teoria Crítica: uma metodologia que substitui a busca pela verdade objetiva pela análise perpétua de 'estruturas de opressão'. Não se trata de entender a realidade — trata-se de desconstruí-la."